Um programa individual de seis meses com Roberto Di Biase, que passou mais de três décadas em engenharia, operações, logística e liderança executiva na Vale, no Sepetiba Tecon e na Iochpe Maxion. Você mede os seis pilares da sua gestão, corrige o que está travando o resultado e sai com um time que entrega sem depender da sua presença, uma leitura financeira que sustenta as suas decisões e a Inteligência Artificial funcionando na sua rotina.
Uma conversa inicial para entender a sua operação, o seu time e onde está o gargalo. Vagas limitadas por ciclo.

Quem lidera uma operação complexa conhece essa sensação. Uma área funciona muito bem e outra puxa o resultado para baixo, a estratégia aprovada no início do ano chega diluída ao chão de operação e a qualidade da entrega muda conforme você está ou não por perto. Enquanto isso, a tecnologia avançou mais rápido do que a rotina de gestão da maioria das empresas, e a diretoria passou a esperar dos líderes uma leitura de números e de risco que a experiência técnica, sozinha, não entrega.
Se alguma destas situações descreve a sua rotina, esta página foi escrita para você:
O time entrega bem quando você está presente, e a qualidade cai quando você se afasta.
Você só descobre que a meta não vai bater quando o fechamento chega.
Você defende um investimento com toda a sua experiência técnica, e a diretoria pede um business case que você não teve tempo de estruturar.
A empresa começou a falar de IA, e você ainda não sabe onde ela ajudaria de verdade na sua operação.
Os riscos da operação estão na cabeça de quem tem experiência, e não num protocolo que o time consegue seguir sem você.
Engenheiro metalúrgico, Roberto começou pela base técnica da indústria, passando por fundição, qualidade, pelotização, programação de produção e logística. Essa formação moldou o jeito como ele lidera, com análise antes da decisão, visão do sistema inteiro e respeito pelos processos e pelas pessoas que os operam. Ao longo de mais de três décadas na Iochpe Maxion, no Sepetiba Tecon (CSN) e na Vale, ocupou posições executivas em engenharia, operações, manutenção, logística, portos, SSMA, riscos e gestão de emergências. Nesse caminho, conduziu start-ups industriais e logísticas no Brasil e no exterior, grandes projetos, transformações organizacionais e reversões de resultado, em ambientes regulatórios e sindicais complexos. Tem MBA em Gestão de Negócios.
Fora do trabalho, Roberto toca guitarra e joga tênis há muitos anos, e credita aos dois os mesmos valores que leva para a liderança: disciplina, treino, escuta, adaptação e constância. É da guitarra que vem o nome do índice do programa.
Com uma operação acontece o mesmo. O Índice CORDAS® atribui uma nota de 0 a 5 a cada um dos seis pilares da gestão, sempre com evidência documental, para que a corda desafinada tenha nome e para que o trabalho comece por ela. A primeira medição acontece no Encontro 1, a reauditoria no Encontro 8 e a conferência final no checkpoint de 60 dias, e a diferença entre elas é o resultado do programa, verificado em vez de presumido.
Cada área toca num tom, e o resultado depende de quem fala mais alto.
Quero meu Diagnóstico Executivo →Cada encontro individual e online de 1h30 é preparado com base nos indicadores, na estrutura de time e nos desafios que você envia antes da sessão. Todo encontro fecha com um plano de implementação, e o seguinte abre com a revisão do que foi executado. Nenhum ciclo é dado por concluído sem o entregável pronto e o critério de conclusão atendido, e quando um pilar não fecha, ele volta para a pauta antes de a jornada avançar.
Descobrir qual corda está desafinada e começar pela que sustenta todas as outras, que é o time. O primeiro encontro mede a sua linha de base pelo CORDAS, mapeia o que a operação entrega, com que time e em que ritmo, e identifica onde você é indispensável a ponto de travar a equipe. O segundo avalia cada pessoa em resultado e comportamento, com uma decisão explícita para cada uma, e mapeia a sucessão nas posições críticas. O time vem primeiro porque processo, indicador e tecnologia são instalados por pessoas, e é justamente por começar pelo pilar errado que tantas transformações voltam ao ponto de partida seis meses depois.
Referências do ciclo: Diagnóstico CORDAS e Linha de Base da Gestão · Plano de Desenvolvimento do Time e Mapa de Sucessão
Fazer o time tocar no mesmo tempo, com padrão escrito e meta desdobrada. Quase sempre, a estratégia que morre na apresentação era boa, e o que faltou foi cadência. O terceiro encontro instala o ritmo, com ritos de gestão bloqueados em calendário, pauta padrão e dois ciclos realizados com ata, inclusive em ambientes regulatórios e sindicais em que a disciplina precisa ser construída com mais cuidado. O quarto coloca a meta dentro desse ritmo, com painel de KPIs e OKRs em operação, metas desdobradas até quem executa e uma rotina que mostra antes do fechamento que a meta não vai bater.
Referências do ciclo: Manual de Ritos e Padrões e Agenda de Gestão de 8 semanas · Painel de KPIs e OKRs e Plano de Execução Trimestral
Produzir mais com menos desperdício e ler o resultado como um dono leria. Você consegue explicar em números por que a sua operação entregou o resultado do último trimestre, ou só consegue explicar depois que o fechamento chega? O quinto encontro mapeia três processos críticos com ganho estimado, trata os dez principais riscos da operação e simula um protocolo de emergência antes que qualquer evento aconteça, com SSMA tratado como parte da operação. O sexto dá a você a leitura financeira que sustenta decisão, com custo, margem, orçamento e ponto de equilíbrio, e termina com um business case real apresentado com premissas, risco e retorno.
Referências do ciclo: Mapa de Processos Críticos e Matriz de Riscos com Protocolo de Emergência · Leitura Financeira da Operação e Business Case Estruturado
Multiplicar a capacidade de decisão com tecnologia e sustentar a performance no tempo. O sétimo encontro estrutura a sua matriz de decisão, com critério, alçada e reversibilidade, e implanta dois casos de Inteligência Artificial na sua rotina, com política de uso escrita. O oitavo consolida a jornada num roadmap de doze meses, com cinco iniciativas prioritárias, responsáveis, prazos e indicador de verificação, e trata também do equilíbrio entre resultado, liderança e qualidade de vida numa carreira executiva de alto impacto.
Referências do ciclo: Matriz de Decisão e Roteiro de Implantação de IA na Gestão · Roadmap de Liderança Exponencial de 12 meses
No oitavo encontro, o Roberto sai do papel de quem acompanha e toca o próprio solo: abre de ponta a ponta as start-ups industriais e logísticas que conduziu no Brasil e no exterior, as transformações organizacionais e as reversões de resultado, com os números, as decisões tomadas sob pressão e os erros que custaram caro. É material de decisão para levar à sua operação.
Dois meses após o oitavo e último encontro, o checkpoint reaplica o CORDAS como uma conferência de resultados e confirmação de rota: retoma o roadmap, verifica o que foi executado, aponta o que travou e confirma as prioridades do ano seguinte. Não é um novo encontro.
As ferramentas, os planos e os materiais citados ao longo desta página são referências que serão utilizadas durante a mentoria de acordo com a necessidade real de cada empresa ou mentorado. O que se acompanha ao longo da jornada é a evolução em cada pilar do CORDAS, sempre com evidência:
Avaliação explícita, delegação com accountability e sucessão mapeada.
Ritos em calendário, padrões escritos e decisões rastreadas em ata.
Meta desdobrada, painel em uso e correção de rota antes do fechamento.
Processos críticos mapeados, riscos tratados e emergência protocolada.
Custo, margem e orçamento sob controle, com business case defensável.
Alçadas definidas, Inteligência Artificial aplicada à rotina de gestão e política de governança escrita.
Como o seu progresso é medido: sempre iniciamos o próximo encontro com a verificação das ações e análises do anterior, em uma conversa franca e direcionada à análise real dos resultados alcançados e dos que ainda precisamos conquistar ao longo da jornada da mentoria.
Números, avaliações de time e decisões compartilhados na mentoria são tratados sob sigilo, e nenhum dado seu é usado como referência, exemplo ou material comercial sem a sua autorização por escrito.
O programa foi desenhado para executivos e diretores, gerentes de operação e manutenção, líderes de logística e supply chain, gestores industriais, líderes de engenharia, coordenadores em ascensão e empresários do setor industrial, nos setores de indústria, mineração, siderurgia, portos e terminais, ferrovias, logística, infraestrutura e energia.
Você conta em poucos minutos como está a sua operação e o que mais trava o resultado.
Uma leitura preliminar da operação, do time e do gargalo dominante, para entender se o programa faz sentido para você agora.
Os oito encontros adaptados ao seu setor e ao momento da sua operação.
Aplicação do CORDAS e definição das prioridades do semestre.
Você não precisa chegar à conversa sabendo qual pilar está travando a operação. Descobrir isso com evidência é o primeiro trabalho do programa.
As suas respostas ajudam o Roberto a chegar à conversa já entendendo a sua operação.